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Mostrando postagens com o rótulo Sermões e Devocionais

Celebre o Natal!

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Fabio Farias Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Isaías 9:6 (ACF) É com muito alegria que hoje acordei e lembrei que Deus se fez homem, viveu entre os homens, morreu pelos homens, e ressuscitou pelos homens. Amanhã acordarei em paz e celebrarei o nascimento do Salvador, com o desejo de sempre lembrar da existência e da glória de Deus nas minhas ações diárias, mesmo que muitas vezes falhe nisso (cf, 1 Jo 1.8) Mas nem sempre foi assim. Durante muitos anos da minha infância e adolescência meu Natal foi um dia sem celebração ou afeição cristã. Um dia sem sentido.... Na minha primeira experiência de fé, antes de tornar-me um cristão presbiteriano, aprendi que o Natal na verdade era um dia pagão, criado em homenagem ao Deus sol, e, portanto, era uma data anticristã. Cresci ouvindo histórias de pessoas que viram demônios em suas ...

Um Chamado para um Cristianismo de Riscos

Jonh  Piper Removendo o risco eterno, Cristo chama Seu povo para um contínuo risco temporal. Para os seguidores de Jesus, o risco final já se foi. “Agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Romanos 8:1). “Nem a morte, nem a vida... poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 8:38-39). “Matarão alguns de vós... Mas não perecerá um único cabelo da vossa cabeça” (Lucas 21:16,18). “Quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (João 11:25). Quando a ameaça de morte se torna uma porta para o paraíso, a barreira final para o risco temporal é quebrada. Quando um cristão diz de coração “Viver é Cristo e morrer é lucro,” ele é livre para amar sem condições.  Algumas formas de Islã radical podem atiçar mártires-assassinos com sonhos semelhantes, mas a esperança Cristã é o poder de amar, não de matar. A esperança Cristã produz doadores de vida, não tomadores de vida. O Cristo crucificado chama seu povo para ...

A Vocação Universal dos Santos

  Fábio Farias Todos tem uma vocação, em especial os que pertencem ao povo eleito de Deus. Ninguém nasceu por acaso, ninguém existe apenas por existir. Há um propósito divino na passagem de todos pela terra. Como disse Salomão, “O Senhor fez todas as coisas para determinados fins” (Pv 16.4). E o homem só poderá sentir-se plenamente feliz e realizado quando cumprir esse desígnio. Essa é uma máxima da Teologia Reformada e um grande estímulo não só para o pastor, mas para o pedreiro, o professor, o motoboy , o engenheiro, o técnico, o policial, o advogado, etc. Em Gênesis 1, o autor afirma que ao criar cada elemento do Universo, Deus olhou e viu que “era bom” (por exemplo, v.4 e v.10), mas apenas quando Ele criou o ser humano conforme a sua imagem e semelhança (v.26), deu-lhe uma vocação e ligou tudo que outrora havia criado e visto que era “bom” a essa vocação do ser humano (v.28-30),  Ele “viu tudo quanto fizera, e eis que era muito bom ” (grifo meu). Tudo que Ele criou...

Você é calvinista? E daí?

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Fabio Farias “Tornamo-nos como aqueles sobre quem tu nunca dominaste e como os que nunca se chamaram pelo teu nome. Oh! Se fendesses os céus e descesses! Se os montes tremessem na tua presença, como quando o fogo inflama os gravetos, como quando faz ferver as águas, para fazeres notório o teu nome aos teus adversários, de sorte que as nações tremessem da tua presença!” (Is 63.19 – 64.1-2) Existem certos trechos da Escritura que fazem o leitor atento desatar em lágrimas ou em profunda tristeza. E um desses trechos é Isaías 63 e 64: a ultima oração do profeta. Nesta oração Isaías lembra das grandes obras de Deus no passado e cai em profunda tristeza, típica e quase obrigatória de um profeta, por perceber que o povo que outrora fora chamado “o povo de Deus” não mais o é; o profeta vê que seu povo hoje é rebelde (63.10), imundo (64.6), insensível (64.7), etc.  O profeta inicia sua oração celebrando “as benignidades do SENHOR e os seus atos gloriosos (63.1)” e reconhecen...

Estás salvo? Do que?

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Nós temos errado e nos extraviado dos Teus caminhos como ovelhas perdidas. Temos seguido demasiadamente os conselhos e os desejos do nosso próprio coração. Temos deixado de fazer aquilo que devemos fazer. E temos feito coisas que não deveríamos ter feito. Certamente não existe sanidade em nós. Confissão Geral do Livro de Oração comum (1662) Josep Rossello* Após vários anos como cristão, comecei a questionar os clichês evangélicos que havia aprendido durante os anos anteriores. Conhecia tudo o que devia ser dito e quando devia ser dito. Era um amontoado de frases feitas que, sinceramente, nem ao certo sabia o que significavam realmente. Isto me lembra duas situações que vivi e que me fizeram começar a questionar tais clichês. A primeira foi quando alguém estava falando acerca de algo desagradável e o irmão disse um “Aleluia! Glória a Deus!”, sem, no entanto, perceber o contexto incoerente de sua exclamação. A segunda foi quando alguém me perguntou se eu era ...

Spurgeon: O Outro Peregrino

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Allán Roman* A neve caia enquanto o vento vindo do oceano uivava e cortava as pedras como uma espada afiada. Há poucos ventos que sejam tão frios quanto os que se originam na Inglaterra no mês de Janeiro, vindos do Mar do Norte. Inclinando sua cabeça, buscando proteger-se do clima hostil, um frágil adolescente tentava dificultosamente prosseguir o seu caminho. Queria chegar logo ao seu destino naquele domingo. Era cedo.  O que motivaria um rapazinho da época vitoriana, de apenas quinze anos de idade, à sair num dia como aquele? Definitivamente não podia haver nada que fosse suficientemente atrativo em Colchester, Essex, para que enfrentasse com coragem uma tempestade assim em algum dia de semana, muito menos, em um domingo, destinado ao descanso. O jovem se deteve e contemplou a neve girando na rua. O frio era extremo. A igreja a qual pretendia dirigir-se ainda estava muito distante. Nesse momento lembrou-se que sua mãe havia comentado ...

A Palavra e os Sacramentos

Fabio Farias Tão importante quando dar-se conta de que você foi salvo por Deus é saber que muitas outras pessoas também foram e estão sendo salvas por Deus. Tão ou mais importante do que ser "gente boa de Deus" é pertencer ao povo de Deus. É doutrina cristã fundamental, estabelecida desde a época dos apóstolos, que o Espírito Santo atua na comunhão dos santos. É na Igreja que os novos conversos são introduzidos na fé cristã pelo batismo e pela confirmação, onde os cristãos maduros auxiliam as crianças na fé, e onde todos se reunem para orar e celebrar a Ceia do Senhor. É na Igreja que o cristianismo é vivido com todo seu vigor. Como disse num post passado, onde o Evangelho do Reino é pregado, a Igreja de Deus é instituída. Mas o que diferencia uma igreja de um grupo de terapia, uma reunião de amigos ou mesmo de um bando de beberrões num buteco? O que diferencia um grupo de drogados convertidos de um centro de reabilitação para drogados? Palavra A primeira coisa ...

Contagem regressiva para o ano de 2012

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Renan Almeida  Às vezes me questiono quais são os reais motivos de as pessoas amarem tanto a mudança de um ano para o outro. Não ignoro o fato de que para um cristão, a mudança de ano apenas comprova de forma empírica uma verdade que percebemos em nosso espírito, a saber, que as misericórdias do Senhor se renovam a cada dia e esta é a causa pela qual nós não somos consumidos... mas qual o motivo da alegria de um impio no que concerne à mudança de ano? Para nós cristãos, a mudança de um ano aponta que estamos seguindo o ciclo da vida que culminará na morte e que posteriormente nos levará a estarmos mais perto de Deus... para nós há esperança, mas qual a motivação do coração do impio que é por natureza e por vontade (livre agência) filho da ira? Alguns podem considerar essas linhas que até agora escrevi como que possuindo um caráter única e exclusivamente melancólico, mas não é esse meu objetivo.  O que desejo por meio dessa minha humilde postagem é indagar: seu an...

Mensagem de Fim de Ano

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Vanderly Rodrigues Esta imagem expressa as condições hostis em que o Senhor Jesus nasceu neste mundo. O livro do Apocalipse revela que o nosso adversário tinha planos para impedir este nascimento (Ap 12:1-5). Um enorme dragão vermelho com sete cabeças e dez chifres e com uma coroa em cada cabeça, simboliza a influência maligna que o inimigo exerce sobre certas pessoas que detêm o poder neste mundo.  Nos dias em que Maria estava para dar a luz, o imperador Augusto decretou que todas as pessoas do império deviam se registrar a fim de ser feita uma contagem da população. Por isso José foi, levando consigo Maria, de Nazaré, na Galiléia, para a região da Judéia, até a cidade Belém.  Quando chegou a hora da criança nascer, para dificultar ainda mais a situação, não encontraram lugar na hospedaria da cidade, por isso após o nascimento, o bebê foi enrolado em panos e o colocado numa manjedoura, lugar em que se põe comida para os animais na estrebaria.  Obviamente, o ...