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Dez Mandamentos: Princípios de Vida para Homens e Nações

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Stephen McDowell Se alguém lhe perguntar, “O que devo fazer para obter a vida eterna?”, como você responderá? Para Jesus se fez esta pergunta pelo menos em duas ocasiões. Quando um jovem líder e rico veio a Ele fazendo esta pergunta, Jesus respondeu dizendo: “Conheces os mandamentos”, e logo declarou sucintamente os últimos seis mandamentos (Marcos 10.17-19; Lucas 18.28-20). Quando um intérprete da lei fez a Jesus esta pergunta (Lucas 10.25-28), Jesus por sua vez perguntou: “O que está escrito na Lei?”. O intérprete lhe respondeu citando a Lei: “Amarás ao Senhor teu Deus com todo seu coração, e com toda sua alma, e com todas tuas forças, e todo teu entendimento; e a teu próximo como a ti mesmo.” Este era um sumário dos Dez Mandamentos. Jesus disse a este homem: “Respondes-te bem”, e logo citando a lei (Levítico 18.5) declarou “ Faz isto, e vivereis.” Stephen McDowell Providence Foudation Jesus não está dizendo que nós alcançamos nossa salvação por nossas obras ou por ...

Relatório de Perseguição Religiosa na Europa

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Fábio Farias Muitos pastores e intelectuais cristãos, num esforço deliberado de denunciar a omissão da sociedade em relação a pobreza e a miséria, tem lutado e propagado em suas igrejas a luta por um Estado de Bem Estar Social que redistribua a riqueza e garanta "educação, saúde, transporte e cultura gratuita e de qualidade para todos". Pensam estar instituindo assim o Reino de Deus. Sem entrar nos detalhes em torno da impossibilidade econômica do Estado de Bem Estar Social (esse é um nome de propaganda, prefiro chamá-lo de "Estado-Providência" ou "Estado-Leviatã"), me dói muito no coração ver e sentir que eles estão tentando cavar a cova do Cristianismo no Brasil. As razões são muitas para serem explicadas numa unica postagem. Mas uma delas, o objeto desta postagem , é o poder absurdo e totalitário que é dado a este Estado. Nesse modelo, o Estado tem um passe livre para interferir em todas as áreas da vida, regulando e legislando sobre tudo, aca...

Bento XVI e o papel do homem e da mulher na sociedade

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Mark Richardson No ano de 1997 o então Cardeal Ratzinger, mais tarde Papa Bento XVI, deu uma longa entrevista ao jornalista alemão Peter Seewald. Na entrevista, Joseph Ratzinger rejeitou a ideia de que os papéis sociais do homem e da mulher são intercambiáveis. Ele explicou a crença dos papéis intercambiáveis da mesma forma que eu [Mark Richardson] explico. Segundo Bento XVI, o homem moderno vê a liberdade como a liberdade para se auto-criar e auto-definir. Mas ser livre para se auto-criar envolver rejeitar partes importantes da nossa natureza. O Cardeal Ratzinger descreveu a mentalidade modernista desta forma:      A ideia de que a "natureza" tem algum peso na nossa vida já não é mais aceitável; o homem tem que ter a liberdade para se modelar conforme os seus gostos. Ele encontra-se livre de tudo o que é garantido pela sua essência. Ele faz de si o que ele bem entende, é só desta forma é que ele é realmente "livre e emancipado".     Por ...

Não, Você Não é a Igreja.

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Frank Brito “E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à Igreja aqueles que se haviam de salvar”. (Atos 2.46-47) “Contudo, uma vez que agora nosso propósito é discorrer acerca da Igreja visível, aprendamos, mesmo do mero título mãe, quão útil, ainda mais, quão necessário nos é seu conhecimento, quando não outro nos é o ingresso à vida, a não ser que ela nos conceba no ventre, a não ser que nos dê à luz, a não ser que nos nutra em seus seios, enfim, sob sua guarda e governo nos retenha, até que, despojados da carne mortal, haveremos de ser semelhantes aos anjos (Mt 22.30). Porque nossa habilidade não permite que sejamos despedidos da escola até que tenhamos passado toda nossa vida como discípulos. Anotemos também que fora de seu grêmio não há de esperar-se nenhuma remissão de pecados, nem qualquer sal...

Santa Maria, rogai por nós...

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Renan A. Moreira  O título da postagem era a chamada do Jornal “Extra” no dia 28/01/2013, um dia após a “Tragédia” de Santa Maria. Determinados fatos de repercussão nacional obrigam algumas pessoas a se pronunciarem e de algum modo me vejo em igual dever. No entanto devo frisar que meu pronunciamento não segue a correnteza da comoção, onde se vê o rosto de mais de 400 heróis, sendo que destes teríamos pelo menos 200 baixas. Eu prefiro correr o risco de ser tido como alguém sem coração do que alimentar um mito, mito que surge por força do momento e do forte bombardeio midiático. Inicialmente, eu quero chamar a atenção para a chamada do Jornal, sendo que a mesma encontra-se elencada abaixo: “Santa Maria, rogai por nós” é o trecho de uma reza romanista que segue com “agora e na hora de nossa morte”. A morte é um divisor de água, pois aponta para aquilo que é e que deixou de ser; torna límpida a diferença entre o ouvir o sorriso e o cessar do sorrir; faz com que ...

Uma Visão para o Mundo Hispânico

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  Bojidar  Marinov  “ América é ingovernável. Os que tem servido a revolução tem arado o mar. A única coisa que se pode fazer na América é emigrar.” Símon Bolívar Estas palavras foram escritas por Simão Bolívar, o Libertador da América Latina, um mês antes da sua morte aos 47 anos de idade. No momento em que escrevia esta carta, estava enviando várias malas com seus pertences para  a Europa, preparando-se para emigrar. Seus planos viram-se frustrados pela sua batalha final contra a tuberculose. Um dos revolucionários mais bem sucedidos do mundo, o único homem na história cujo nome levavam duas nações ainda em vida, morreu, contudo, amargurado contra seu próprio povo e declarou que seus  êxitos  políticos e militares eram como “arar o mar”. Bolívar começou sua carreira de  revolucionário  tendo o ideal político do recém-fundado Estados Unidos. Ele próprio era um admirador de Thomas Jefferson. No entanto, mais tarde Bolívar decl...

De Cornelius Van Til para Francis Schaeffer

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A exemplo do apóstolo Paulo, o pastor e filósofo Cornelius Van Til escreveu uma breve carta a outro grande personagem da Teologia e da Apologética Cristã: Francis Schaeffer. Na presente carta, Van Til faz uma declaração apaixonada acerca do peso que Deus colocou sobre os seus ombros, de suas convicções acerca da natureza humana e da redenção cristã, e faz uma crítica à apologética de Schaeffer, por meio  do pressuposicionalismo. Cornelius Van Til Querido Francis: Você se lembra que algum tempo atrás eu enviei a você uma cópia de um memorando em que eu escrevo sobre sua preleção em Wheaton. Agora que seu livro "O Deus que Existe"¹ foi publicado eu gostaria de fazer alguns outros comentários. Deixe-me introduzir o que disse, por repetir o que eu disse no memorando, que eu tenho uma grande admiração por sua pessoa e por sua obra no L'Abri. Aqueles que têm estado com você falam na maioria das vezes em termos entusiásticos o que você realiza com os intelect...