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Uma proposta para um novo Seminário

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John Frame I. A Situação Nos primeiros dias do Protestantismo Americano, o treinamento ministerial dos candidatos era realizado pelos pastores das igrejas. Um jovem ao sentir o chamado de Deus para o ministério se associaria ao pastor da igreja, seria treinado por ele, participaria dos trabalhos da igreja e talvez até passasse a viver na casa do pastor. Eu não estou bem certo sobre qual o motivo que levou este método a ser tido por inadequado. Talvez tenha nascido de uma eventual escassez de ministros dispostos e capazes de se responsabilizarem pelos estudantes de teologia ou talvez, com o aumento da taxa de alfabetização, tenha aumentado  as exigências das congregações que passaram a desejar um clero com uma educação formal - um “ministério qualificado”, como se costumava dizer. De qualquer modo, por um ou outro motivo, a formação teológica foi institucionalizada e academizada.  A adoção de um modelo acadêmico foi quase inevitável. Na Alemanha, a edu...

As diferenças entre as línguas em Atos e em 1 Coríntios

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Hernandes Dias Lopes 1- As línguas em Atos eram proclamação, ou seja, os seus discípulos falavam aos homens; já as línguas em 1 Coríntios eram oração, ou seja, os crentes falavam a Deus. Desta forma, essas línguas eram diferentes quanto ao seu endereçamento. 2- As línguas em Atos eram entendidas pelos diversos grupos linguísticos de judeus que habitavam Jerusalém, enquanto em 1 Coríntios as línguas eram ininteligíveis e existia a necessidade de um intérprete para traduzi-las. Consequentemente, elas eram diferentes também quanto ao caráter. 3- As línguas em Atos foram dadas a um grupo específico, num lugar específico, num tempo específico; ao passo que em 1 Coríntios as línguas são um dom espiritual que continua sendo outorgado a alguns para a edificação própria e para edificação da Igreja. 4- As línguas em Atos eram dialetos (2:6,8), ou seja, línguas faladas e entendidas pelos vários povos que estavam em Jerusalém, ao passo que em 1 Coríntios quem falava em línguas profer...

Apresentando a Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil

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Josias Macedo Baraúna Jr. Sua Origem Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil Os Membros Fundadores da Sociedade Bíblica Trinitariana se separaram da Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira (fundada em 1804 e conhecida atualmente como Sociedade Bíblica) devido a duas controvérsias: — Inclusão dos Apócrifos em algumas Bíblias publicadas na Europa; — Inclusão de adeptos do Unitarianismo como dirigentes na Sociedade Bíblica, e a recusa da mesma em dar início às Reuniões com Oração. Os argumentos vieram à tona durante a Assembléia Anual da Sociedade Bíblica em maio de 1831. Os Membros votaram, numa proporção de seis contra um, sustentar o status quo ecumênico. Em 7 de dezembro de 1831, mais de duas mil pessoas se reuniram no Exeter Hall, em Londres para formar uma nova Sociedade Bíblica: The Trinitarian Bible Society (A Sociedade Bíblica Trinitariana), que explicitamente sustenta a Doutrina Bíblica da Santíssima Trindade, e rejeita os Livros Apócrif...

Celebre o Natal!

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Fabio Farias Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Isaías 9:6 (ACF) É com muito alegria que hoje acordei e lembrei que Deus se fez homem, viveu entre os homens, morreu pelos homens, e ressuscitou pelos homens. Amanhã acordarei em paz e celebrarei o nascimento do Salvador, com o desejo de sempre lembrar da existência e da glória de Deus nas minhas ações diárias, mesmo que muitas vezes falhe nisso (cf, 1 Jo 1.8) Mas nem sempre foi assim. Durante muitos anos da minha infância e adolescência meu Natal foi um dia sem celebração ou afeição cristã. Um dia sem sentido.... Na minha primeira experiência de fé, antes de tornar-me um cristão presbiteriano, aprendi que o Natal na verdade era um dia pagão, criado em homenagem ao Deus sol, e, portanto, era uma data anticristã. Cresci ouvindo histórias de pessoas que viram demônios em suas ...

O Dia de Mandela e a criação de uma nova religião

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Peter Hammond A Resolução das Nações Unidas Em novembro de 2009 a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou oficialmente o dia 18 de julho como “Dia Internacional de Nelson Mandela”!  Afirmou ser este um ato “em reconhecimento à contribuição do ex-presidente Sul-Africano para a cultura de paz e liberdade”. A mesma resolução “reconhece os valores de Nelson Mandela e sua dedicação ao serviço da humanidade na área de resoluções de conflitos, relações raciais, promoção e proteção dos Direitos Humanos, reconciliação, igualdade de gênero e dos direitos das crianças e grupos vulneráveis, bem como a elevação social das comunidades pobres e subdesenvolvidas. Reconhece sua contribuição para a luta pela democracia internacional e pela cultura de paz em todo o mundo”. Culto à personalidade Com hinos de louvor e glorificação a Nelson Mandela sendo entoados e ensinados às crianças, parece que estamos vendo o início de uma nova religião. Os antigos Faraós eram adorados como ...